
Algumas escolas públicas são comumente alvos de atos de vandalismo, roubo e furto de equipamentos, e atos de violência, e encontraram nas soluções de videomonitoramento uma maneira de evitar tais ações. Em diversos estados do Brasil, inclusive, como Mato Grosso e Rio de Janeiro, a obrigação do uso de tecnologias de monitoramento pelas escolas públicas é mote de Projeto de Lei. Justamente pensando neste cenário e se antecipando a qualquer tipo de medida legal, a prefeitura de Peruíbe, cidade litorânea do estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Educação, optou por investir em soluções de videomonitoramento com um único objetivo em mente: prevenção de possíveis atos ilícitos em suas instalações. Tendo em vista que não existe zeladoria em todas as escolas públicas da cidade, a Secretaria da Educação optou pela prestação de serviço de monitoramento como uma forma de coibir vandalismos e furtos.
Para realizar tal iniciativa e garantir total vigilância do que acontece no ambiente das escolas públicas, principalmente em áreas que têm equipamentos de mais alto valor, como os laboratórios de informática, a Secretaria da Educação de Peruíbe realizou a aquisição de 75 câmeras para a realização do monitoramento nas escolas públicas da cidade. A compra foi concretizada por meio de um processo de licitação vencido pela ITS Brasil, parceria da Axis e que utilizou no processo Câmeras de Rede Axis modelo AXIS 207. O projeto de monitoramento remoto por câmeras e sensores de presença foi instalado em 34 escolas municipais e no prédio da secretaria. Sua implantação fora iniciada em outubro de 2009 e já está concluída e em pleno funcionamento. No total, foram utilizadas em média duas câmeras AXIS 207 por local monitorado.
O principal objetivo do projeto era diminuir o número de ocorrências nos locais monitorados, meta que foi superada além das expectativas, já que a redução destas ações foi para praticamente zero. A secretária da Educação da Prefeitura de Peruíbe, Elisa Garcia, revela que houve resultados bastante positivos no uso da prestação de serviço de monitoramento, pois grande parte dos casos ocorreu inibição e até mesmo a não concretização de furtos, depredações e condutas inadequadas dentro das unidades escolares.